Comentários sobre política brasileira e outros temas polêmicos

Comentários sobre política brasileira e outros temas polêmicos

23 de setembro de 2017

Doleiro Funaro desmascara 'honestidade' de Dilma

Quando explodiram as grandes falcatruas praticadas principalmente pelos figurões do PT, com Lula à frente de todos, os militantes ressaltavam que a ex-presidente Dilma Rousseff não tinha nada que provasse haver qualquer sinal de recebimento de dinheiro ilícito por ela. Agora, na delação do doleiro Lúcio Funaro ficamos sabendo que Dilma e a marqueteira Mônica Moura trocavam e-mails não oficiais combinando destinação de propinas e até formas de obstrução da Justiça. A "técnica" dos e-mails das duas era bastante criativa. Cada uma criou um e guardavam o texto como rascunho. Uma tinha a senha da outra e liam os recados. Com isso, cai a máscara daquela que se intitulava como honesta, só perdendo neste item para Lula. Dilma Rousseff vai ser investigada e poderá receber severa punição, além de ser declarada inelegível.

22 de setembro de 2017

Está na hora de os militares ficarem calados

O Brasil discute nos últimos dias sobre declarações de generais ameaçando Intervenção Militar como forma de colocar ordem no país. Há os que concordam por estarem desiludidos com o comportamento dos políticos que em grande número estão envolvidos em casos de corrupção. Outros falam em Ditadura com restrições às liberdades individuais e até com possibilidade de tortura e morte de adversários do Governo. Todos estão errados. Não são certas nem uma nem outra forma de discutir o problema. O Art. 142 da Constituição Federal prevê a Intervenção, desde que solicitada por um dos Poderes da República, somente assim. Declarações afirmando que as Forças Armadas agirão em caso de falta de decisão por parte da Justiça é insubordinação e o militar tem de ser punido. No entanto, o grande apoio popular que está sendo verificado ocorre por causa do comportamento dos políticos e do Governo. Na calada da noite o Congresso Nacional aprova a criação de um fundo de R$ 3 bilhões e 600 milhões para financiar campanhas eleitorais, dinheiro que deveria ser destinado à Educação, com o agravante de haver o Governo reduzido em 50% a dotação destinada ao setor, e que, pior ainda, não foi totalmente utilizada. Portanto, que fiquem quietos e calados os militares e que se querem defender a população procurem, por exemplo, ajudar o Governo do Rio de Janeiro a combater a onda de violência que tumultua a cidade.

21 de setembro de 2017

Ministro do Supremo não pode agir como político

Merece ser comentado interessante artigo do jornalista Roberto Feith com o título "As razões do juiz" publicado na edição de ontem de "O Globo", no ele aborda os privilégios dos políticos beneficiados pelo famigerado foro privilegiado, que gera uma gritante desigualdade entre figuras do mesmo porte. Ele cita Sérgio Cabral, Antônio Palocci, Eduardo Cunha e Geddel Lima, que estão atrás das grades, enquanto Renan Calheiros – ele responde a 12 processos –, Gleisi Hoffmann, Aécio Neves, Fernando Collor, Romero Jucá e dezenas de outros, indiciados ou réus por corrupção, estão livres, isto porque os da primeira lista não tinham foro privilegiado quando foram presos, ao contrário dos outros, que integram uma lista de mais de 30 mil, talvez mais, algo que deve ser um recorde mundial;

Roberto Feith lembra que em maio o Supremo Tribunal Federal (STF) analisava uma proposta restringindo a validade do privilégio aos delitos cometidos no exercício do cargo. Recentemente empossado, o ministro Alexandre de Moraes pediu vistas. A medida já havia recebido quatro votos favoráveis, mas até hoje ele não o devolveu. Como ele é um reconhecido constitucionalista e advogado experiente, não se justifica a demora. Para o jornalista, Alexandre de Moraes, que foi indicado ao Senado Federal pelo presidente Michel Temer quando era seu ministro da Justiça, está deixando muita gente especulando que ele está fazendo o jogo dos políticos da turma aliada ao presidente da República. Um ministro do Supremo não pode se mostrar como se fosse um político defendendo os interesses de seus companheiros e parceiros. Ele não pode agir mais como político do que como juiz.

20 de setembro de 2017

Dois doidinhos malucos querem ver o fim do mundo

Dois gorduchos malucos com cortes de cabelo ridículos estão deixando o mundo apavorado. Eles parecem querer deflagrar a Terceira Guerra Mundial. Um deles é Kim Jong-un, ditador da Coreia do Norte, que ultimamente vive jogando mísseis nos ares como se fosse um brinquedo, mas sempre ameaçando a qualquer momento acabar com os Estados Unidos. O outro gordinho é exatamente o presidente do país ameaçado, Donald Trump, que ontem, na Assembleia Geral da ONU, disse que pretende destruir totalmente a Coreia do Norte, país com 25 milhões de habitantes, e ainda disse que agirá contra o governo de Maduro, da Venezuela. Convém lembrar que Trump em sua campanha eleitoral criticou George Bush e Barack Obama por causa de suas atividades bélicas no passado. Além do terrível terremoto que arrasou o México, estes dois malucos, se não forem impedidos, poderão provocar destruição de intensidade milhares de vezes superior às medidas pela Escala Ritcher. Só Deus pode evitar tal tragédia.

Corrupto pedindo prisão de generais não tem lógica

Está havendo muita gritaria após declarações de generais do Exército da ativa e da reserva que dão a entender serem favoráveis a uma Intervenção Militar motivada pelos casos de corrupção e, principalmente, pela demora da punição por falta de decisão da Justiça. As mais violentas contestações vêm dos esquerdistas, que passaram por maus momentos no período da ditadura militar. No entanto, as manifestações nas redes sociais são de apoio aos militares. "Coloca esses meliantes todos na cadeia. Lá é o lugar de pessoas desonestas. Eles abusaram da fidelidade da nação e hoje ainda tentam tratar a população como se fôssemos uns desmemoriados. Hoje, o comando é dos ladrões como se o Brasil fosse um país sem identidade", é uma dessas mensagens dirigidas aos generais;

Alguns dizem que gangues estão em todas as instâncias, pagam pela liberdade, negociam leis para serem votadas, e querem até prender o juiz que os julgar. Ao que parece, este assunto ainda vai render por bastante tempo, principalmente quando vemos corruptos pedindo a prisão de militares com décadas de carreira dedicada à pátria, sem nenhuma anotação de qualquer ato de improbidade ou lesão aos cofres públicos.

19 de setembro de 2017

Atenção, desempregados! Sua vida poderá mudar

Ainda há quem faça críticas ao Brasil por não dar oportunidade para que o povo tome conhecimento de tudo que diga respeito à vida das pessoas e que dê oportunidade para saber em qual profissão deva trabalhar. Duas grandes personalidades farão palestras sobre o assunto por aqui nos próximos dias: o ex-presidente dos EUA, Barack Obama, estará em São Paulo, participando do evento "Mudar o mundo? Sim, você pode". No Rio de Janeiro, para as comemorações dos 30 anos do Movimento Brasileiro de Prostitutas, a palestra será de Pye Jakobsson, presidente do Grupal Network oficial Sex Work Projects, que defende a legalização da profissão de prostituta, inclusive com acesso a direitos trabalhistas. Num país com mais de 12 milhões de desempregados, não faltarão opções de trabalho.Parte superior do formulário

18 de setembro de 2017

Quem festeja a posse de Raquel Dodge na PGR sentirá saudades de Janot

Políticos indiciados pelo agora ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot – dentre eles o presidente Michel Temer e alguns de seus ministros, senadores e deputados –, soltaram foguetes comemorando a posse da nova dirigente da Procuradoria-Geral da República (PGR), Raquel Dodge, adversária de Janot no âmbito daquele órgão. Eles acham que ela vai estancar a Operação Lava-Jato e que os crimes que cometeram vão ser jogados para debaixo do tapete. Rodrigo Janot está deixando para Raquel Dodge nada menos que 178 inquéritos instaurados para investigar políticos acobertados pelo foro privilegiado, além de 159 acordos de delação premiada referente à Lava-Jato, que foram homologados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em sua nova equipe trabalho estão procuradores que não são nada condescendentes com a corrupção, além de estar preparando uma nova estrutura da PGR visando exclusivamente a Operação. Será criada uma nova secretaria, a de Função Penal Originária do STF, que terá como titular sua xará Raquel Branquinho, que teve relevante atuação na apuração das falcatruas do “Mensalão do PT” que levou para o xadrez figuras de destaque do partido como José Dirceu. O grupo da Lava-Jato será coordenado por dois procuradores, Alexandre Espinosa e José Alfredo de Paula, experientes em outras operações, como os Mensalões do PT e o do PSDB mineiro e a Zelotes. Raquel Dodge, afirmou no seu discurso de posse manhã desta segunda-feira que o povo brasileiro "não tolera a corrupção" e que o país "passa por um momento de depuração". Muitos políticos corruptos estão enganados sobre Raquel Dodge e certamente em pouco tempo vão sentir saudades de Rodrigo Janot.

General da ativa fala em intervenção militar

Está rolando na Internet a declaração de um general da ativa que parece ser uma ameaça de intervenção militar se não houver uma imediata ação para estancar os malfeitos dos políticos não só no que se refere a desvio de dinheiro público, mas também à falta de ações das autoridades no que diz respeito à segurança das pessoas. Nas palavras do general, as Forças Armadas também querem que o Governo cumpra com suas obrigações de devolver ao povo os benefícios a que tem direito através dos elevados impostos que paga, considerados como sendo dos mais altos do mundo. Muita gente critica quem apoia a declaração do general, argumentando que acabariam as liberdades democráticas de hoje, comparando a possível intervenção com a ditadura militar implantada em 1964. Os que mais criticam são exatamente aqueles que ainda cometem atos que levaram os militares à prática de uma condenável repressão que culminou com a morte de muita gente. A intervenção a que se refere o militar deve ser aquela prevista na Constituição Federal, com prazo determinado, para "arrumar a casa" e convocar eleições em seguida. Se é para ser assim, não demore a agir, general, porque o povo não suporta mais viver numa terra sem lei e dirigida por políticos que só pensam e agem nos seus próprios interesses.

15 de setembro de 2017

Só faltou Lula afirmar que sequer conhece Antônio Palocci

Foi impressionante a forma cínica como o ex-presidente Lula respondeu ao juiz Sérgio Moro em seu depoimento ao comandante da Operação Lava-Jato, terça-feira passada em Curitiba, com arrogância e frieza, desmentindo todas as acusações que eram feitas para uma definição de mais um processo dos muitos que o líder petista responde. O magistrado focou o interrogatório nas revelações do ex-ministro de Lula e da ex-presidente Dilma Rousseff, principalmente porque o “Italiano” desde antes da eleição de Lula para o seu primeiro mandato era o petista mais próximo dele, ou seja, havia mais de 30 anos. Com todo este histórico de afinidade e pela confiança que Lula sempre depositou em Palocci, soou como cinismo o petista sempre afirmar que seu companheiro estava mentindo quando revelava falcatruas praticadas pelo petista. Havia uma expectativa de que Lula chegaria ao ponto de dizer a Sérgio Moro que nunca viu Antônio Palocci e que sequer sabe de quem se trata. Em certos pontos do depoimento, Lula responsabilizou sua falecida esposa Marisa Letícia, quase sugerindo irem a um centro espírito para “ouvir” a ex-primeira dama. Ao que tudo indica, Lula parecia não entender que ele estava sendo julgado, mas aproveitou a ocasião para julgar todos os que o condenavam. Pudemos concluir que nunca antes da História deste país um presidente esteve tão cercado de ministros e apadrinhados corruptos e ladrões e as atividades deles fossem do desconhecimento do chefe, que coincidentemente era ele. Somente recebeu apoio “desinteressado” da CUT, de uma parcela do PT, além do “Exército Vermelho de Stédile”. Quanto aos cidadãos de bem que são maioria do Brasil, estes aguardam uma decisão imediata da Justiça, e já que não é dono de nenhum imóvel residencial, como declara, promovendo sua mudança para uma cela de alguma penitenciária.

14 de setembro de 2017

À frente do TSE, Gilmar Mendes poderia ter evitado tanta crise

É totalmente certo que muitos dos graves problemas que hoje tumultuam a vida política do Brasil poderiam ter sido evitados. E o midiático ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), poderia ter impedido que atingissem o ponto em que hoje se encontram. Gilmar Mendes exerceu o cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre 29 de junho e 20 de fevereiro de 2006, e desde 13 de ferreiro de 2014 até hoje ele está à frente da Corte maior da Justiça Eleitoral. Se o TSE tivesse sido mais eficiente, é praticamente certo que tantas falcatruas não teriam sido praticadas em campanhas eleitorais como as que estão sendo reveladas, cujos problemas obrigam a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) a investigar, denunciar e julgar políticos e empresários. Em razão disso, antes de atacar e criticar de modo até grosseiro seus integrantes, a Justiça Eleitoral sob o comando de Gilmar Mendes deveria cuidar melhor de sua parte. O próprio ministro do STF, Edson Fachin, escapou, com Gilmar Mendes dizendo que seu colega corria o risco de ver seu nome e o da própria Corte “conspurcados”. Não satisfeito, chamou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de desequilibrado e que o acordo de delação com a J&S foi “um desastre” e que seu mandato à frente da PGR foi uma “gestão de bêbado”. Para piorar, ele sai com sua “metralhadora giratória” atirando em quem não for favorável às suas ideias. Dá para se imaginar que se Gilmar Mendes fosse o relator da Operação Lava-Jato nada teria acontecido e todos os já condenados estariam soltos, e quem por acaso já tivesse condenado desde o “Mensalão do PT” e cuidaria de soltá-los. Depois do “Fora, Lula!”, “Fora, Dilma!”, Fora, Temer!”, já passou a hora do “Fora, Gilmar!”.