Política brasileira e outros temas polêmicos

Política brasileira e outros temas polêmicos

15 de janeiro de 2017

Lula parece pensar que o Brasil ainda vive no tempo dos 'coronéis' políticos

Havia antigamente em cidades do interior, principalmente no Nordeste, a figura do "coronel" político, quase sempre um usineiro ou fazendeiro. Hoje, existem políticos que pesam e agem como se ainda estivessem vivendo naqueles tempos. A maioria dessas figuras não conseguiria emprego numa empresa de grande porte por estarem enquadrados como "fichas sujas" policiais. Como maior exemplo, surge a figura do ex-presidente Lula falando quase todos os dias que será candidato à Presidência da República em 2018. dizendo que vai voltar ao poder para consertar o Brasil, como se ele não fosse o principal responsável pela crise em que o país se encontra. Convém destacar que as declarações de Lula são feitas em eventos fechados com a presença de militantes e seguidores do "grande guia", ou através de entrevistas a jornais estrangeiros e das redes sociais. E Lula não tem nenhuma vergonha de ser aplaudido por um monte de seguidores idiotas;

É motivo para se saber por qual razão até agora a Justiça não sentenciou a inelegibilidade de Lula, que parece pouco ligar  para o fato que ele e a ex-presidente Dilma Rousseff acabaram com a economia do país, provocando a pior crise financeira da História do Brasil. O aparelhamento do Governo pelo PT serviu de modelo para outros governantes parceiros, como Sérgio Cabral, culminando com o massacre aos aposentados e pensionistas do Rio de Janeiro, que passam pela humilhação de receberem doação de cestas básicas e de serem obrigados a cancelar planos de saúde e ameaças de corte de fornecimento de energia elétrica, água e telefonia. A morosidade da Justiça fica mais evidente quando tomamos conhecimento de que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos denunciou a empresa Odebrecht de haver distribuído US$ 1 bilhão em propinas, em 12 países, no período de 2001 a 2016, período no qual o país foi governado pelos petistas Lula - este vai, como sempre, dizer que não sabia de nada - e Dilma. Não podemos permitir que o trabalho realizado pela Operação Lava-Jato não ponha todos os ladrões de dinheiro público atrás das grades.

13 de janeiro de 2017

Pezão propõe que contribuição previdenciária aumente de 11% para até 20%

Os funcionários públicos fluminenses não conseguem ter sossego, porque a toda hora ficam sabendo que suas vidas continuarão com problemas por conta da péssima administração que o Estado do Rio de Janeiro teve nos últimos anos, principalmente a partir dos mandatos de Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão. O programa de recuperação fiscal do Estado que está sendo negociado com o Governo Federal poderá durar quatro anos, ou seja, um ano a mais do que o previsto inicialmente. Mas o pior é que durante esse período, os servidores fluminenses deverão pagar uma alíquota extraordinária de 6% para a Previdência estadual. O aumento do percentual de contribuição para a Previdência de 11% para 14% já foi rejeitado pela Assembleia Legislativa (Alerj). Agora, trata-se de uma medida polêmica. porque a nova proposta elevaria a contribuição para 20%;

Os servidores do Estado, em especial aposentados e pensionistas continuam não entendendo o porquê de tanto castigo em cima de quem não subtraiu nenhum dinheiro dos cofres públicos, muito menos da Previdência, onde, muito pelo contrário, somente depositaram sua contribuição ao longo do tempo em que prestaram serviços à população do Estado. Por fim, tudo ainda vai depender da aprovação da Alerj, e os funcionários públicos esperam que os parlamentares não esqueçam que da mesma formar que não aprovaram aquele famigerado pacote enviado por Pezão a mesma decisão seja tomada por eles caso essa aberração seja apresentada pelo governador. Em 2018 haverá eleições e a vingança dos sofredores certamente acontecerá através das urnas.

12 de janeiro de 2017

Crise no RJ: STF deveria fazer o arresto dos bens de Pezão e de Sérgio Cabral

A equipe econômica do Governo Federal negocia com o governador Luiz Fernando Pezão um acordo que tem tudo para ter como resultado um grande prejuízo, não só para o Estado, mas principalmente para o servidor público, que não está nem aí para a redução de sua carga de trabalho. O que ele não deseja e sequer admite é a redução dos seus vencimentos. Devemos nos lembrar que Pezão era vice-governador de Sérgio Cabral - preso em Bangu por corrupção - que não pode entrar naquele costume dos que governaram o país nos últimos treze anos de dizer que não sabiam de nada. O atual governador assumiu o Governo sabendo do que o esperava: cofres vazios, sumiço do dinheiro que viria dos royalties. Para agravar, sumiram também os salários dos servidores inativos, que quando são pagos é através de incríveis parcelamentos muitas vezes cancelados e adiados;

Tudo que tenha sido acordado com o Governo Federal ainda será analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que terá muito trabalho para dar respaldo jurídico a uma verdadeira aberração. E tem mais um sério problema: seja qual for a decisão do STF, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) terá de dar o seu aval. Sob o comando do deputado Jorge Picciani. aquela Casa Legislativa não tem sido um bom exemplo de local onde o interesse do povo esteja acima dos interesses pessoais dos ilustres representantes do povo. Enquanto o Supremo discute se aprova ou nega o arresto do dinheiro do Estado, bem que a Corte poderia realizar o arresto dos bens de Pezão e do casal de presidiários para carrear recursos em busca da normalização dos salários do funcionalismo público estadual. Está, pois, lançada a ideia.

11 de janeiro de 2017

Ações estapafúrdias fazem o Brasil viver em constante estado de 'Zorra Total'

A cada dia o Brasil aumenta o seu estado de "Zorra Total". O noticiário na TV, no rádio, nos sites informativos e nas redes sociais mostra fatos que servem para aumentar consideravelmente o estresse da população. Um dos últimos absurdos foi a decisão do Governo Federal de premiar funcionários da Receita Federal e auditores fiscais do Trabalho com uma polpuda gratificação alegando que eles, por conta de suas atribuições, trazem dinheiro para os cofres da União. Mas há um detalhe surreal (olhem o termo aí outra vez): um total de 45 mil servidores farão jus ao prêmio, mas somente 18 mil são ativos e os demais 27 mil são aposentados e pensionistas, que não trazem um centavo para o Tesouro Nacional, apenas fazem parte da despesa. Ser premiado pelo que não fez, não é nada justo;

E o que é dado a mais para os ativos também não tem cabimento, porque arrecadar é a obrigação deles. Não está correto o funcionário ser premiado pelo fato de ter feito e que era para ele fazer. Fica difícil para o cidadão acreditar que a economia do país possa melhorar vendo o Governo pagar gratificação de produtividade a servidores ativos e inativos criando uma despesa que até 2019 chegará a R$ 8 bilhões. Em meio a essa "Zorra", o morador do Rio de Janeiro toma mais uma pancada: a Prefeitura da capital anuncia que estão abertas até o dia 23 deste mês inscrições para um concurso destinado a contratar Médicos visando à melhoria do atendimento na rede pública de Saúde, com salário de R$ 2.148,00. Este foi o mesmo salário previsto no concurso para a função de Gari realizado em 2014, na administração de Eduardo Paes. Para os mais que necessários homens da limpeza público já é uma remuneração muito baixa, porém a responsabilidade e o nível de preparo dos médicos são altamente superiores às do gari. Fica muito difícil para o cidadão entender tudo isso.

10 de janeiro de 2017

Comportamento do Judiciário e do Legislativo é algo totalmente surreal

Surreal é uma expressão que está sendo muito utilizada nos últimos tempos. Nos dicionários é definida como "algo contraditório, e que transcende a realidade". Na maioria das vezes, o termo está sendo aplicado corretamente. Enquanto o noticiário estressa a cidadão com informações sobre a enorme quantidade mortos nas cadeias, desemprego de mais de 12 milhões de brasileiros, Justiça lenta com milhares de processos esperando julgamento - há um grande percentual de presos que não deveriam estar atrás das grades por já haverem cumprido suas penas -, recessão econômica, inflação descontrolada e crescente, funcionários públicos sem receber salários há vários meses, acontece o comportamento verdadeiramente surreal de muita gente que deveria estar agindo de modo totalmente contrário ao que deveriam estar fazendo;

O Poder Judiciário, que tem direito a dois meses de férias e o salário-teto do funcionalismo (vamos esquecer os acréscimos e as mordomias), ao invés de tomar decisões urgentes principalmente em relação aos casos que lhes digam respeito, e que são quase que diários. No Supremo Tribunal Federal (STF), todos os ministros entram em recesso e um plantonista fica disponível para os casos urgentes. No momento, o plantão cabe à presidente do STF, Cármem Lúcia, que pelo senso de responsabilidade que tem está atuando quase 24 horas por dia nos sete dias da semana. O que dizer,então do Poder Legislativo? Também com altos salários e mordomias, senadores e deputados federais parecem não sofrer nenhum tipo de estresse e estão pelo mundo gozando mais um mês de férias, quando o Brasil está na dependência de discussão e votação de projetos de elevado interesse dos cidadãos. Tudo isso é mais uma comprovação de que nossas autoridades pouco se importam com o povo. Nossa resposta será nas eleições de 2018. É só não esquecer.

9 de janeiro de 2017

A violência no Brasil faz hoje o cidadão de bem colocar-se atrás das grades

Um assunto que tem sido muito discutido principalmente nas redes sociais é o provável pagamento de indenização ás famílias de presos mortos na guerra travada por criminosos nos presídios, ao lado da crítica de que ninguém jamais falou em indenizações para as famílias que tiveram entes queridos por eles mortos. Outros, criticam a imprensa, afirmando que a mesma se apressa em noticiar a morte de um preso por dia no país, esquecendo, no entanto, de dizer que 166 cidadãos de bem também morrem, nesse mesmo dia, vítimas da criminalidade. Há quem afirme que o Brasil tem algumas das piores cadeias do mundo, esquecendo de dizer que, hoje, o lugar mais seguro para os cidadãos é atrás das grades, com cercas eletrificadas nas próprias casas;

O advogado Carlos Roberto de Oliveira, de Nilópolis (RJ), afirmou, no Facebook: "Esse é o retrato do Brasil do século XXI, uma república de bananas, cujo povo, sem voz e sem vez, perdeu sua liberdade e direitos para assassinos, assaltantes e traficantes de drogas, hoje transformados em verdadeiros mártires, enquanto as vítimas de sua violência viram estatística. Esse é o Brasil em que vivemos, um país transformado em uma terra sem lei e sem esperanças pela corrupção e desmandos políticos". Infelizmente reconhecemos que ele está correto em suas afirmativas. Estamos, realmente, nas mãos de Deus.

8 de janeiro de 2017

O povo do Rio está sendo muito castigado, e até o Maracanã não é mais dele

O povo, em particular o do Rio de Janeiro, anda querendo saber que pecados cometeu para estar sendo tão castigado ultimamente. Até no futebol o Estado mostra estar falido. A mídia tem demonstrado diariamente o estado deplorável em que se encontra o Estádio do Maracanã, que um dia foi chamado de "Templo do Futebol Mundial". Uma reforma do estádio (na verdade sua demolição e uma construção de outro), orçada em cerca de R$ 800 milhões acabou custando mais de R$ 1 bilhão, com evidências de superfaturamento, o que tranformou o ex-presidente Lula em réu no Supremo Tribunal Federal (STF), por suspeitas de recebimento de propinas para financiar campanhas eleitorais do PT em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil e - seria somente uma coincidência? - da reeleição da ex-presidente Dilma. O mesmo ocorreu com outros estádios reformados com recursos de dinheiro público, como aconteceu com o Maracanã;

O Campeonato Estadual do RJ começará nesta semana e em breve os chamados clubes grandes - Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco da Gama (em ordem alfabética e não de importância) - terão que jogar os tradicionais clássicos, mas não sabem se poderão levar milhares de torcedores para assisti-los. Há também outras competições nacionais e internacionais e a dúvida permanece. Antes do meio do ano começa o Campeonato Brasileiro da Série A, e há possibilidade de os grandes clubes cariocas, com mando de campo, jogarem longe de suas torcidas, em outros estados. Hoje, o Maracanã é como um filho que ninguém quer. Foi cedido ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB) para os jogos da Rio 2016, que o está devolvendo em situação de degradação. o Consórcio Maracanã não o aceita nas condições em que está. Até a empreiteira envolvida na Lava-Jato pulou fora. O Estado, totalmente falido, também o rejeita. A Prefeitura do Rio de Janeiro admite administrá-lo, mas se não for apenas uma jogada de marketing do prefeito Marcelo Crivella, sua total restauração demandaria ainda um bom tempo. Enfim, o povo está sendo roubado até na sua mais popular diversão, e ainda vai ver o Maracanã sendo restaurado com dinheiro de seus impostos. Que fase...

7 de janeiro de 2017

Ministro da Justiça e outro auxiliar de Temer têm de ser logo exonerados

Alguém precisa dizer ao presidente Michel Temer que "acidente pavoroso" não é a carnificina que aconteceu em Manaus nem no presídio de Roraima, poucos dias depois. O pior "acidente" é a manutenção do ministro da Justiça Alexandre de Moraes (PP) no cargo, mesmo depois de ele mentir ao declarar que não havia negado pedido de socorro com o envio de tropa da Força Nacional de Segurança Pública (FNS), "em caráter de urgência", da governadora de de Roraima, Suely Campos, solicitação que fazia baseada nos últimos confrontos já verificados. Em sua resposta, o ministro foi em claro ao escrever "infelizmente, por ora, não poderemos atender ao seu pleito". Não é de hoje a constatação das péssimas qualidades dos presídios no Brasil. Já em 2012, o então ministro da Justiça José Eduardo Cardozo da ex-presidente Dilma Rousseff dizia que preferia morrer a ficar preso em uma de nossas penitenciárias. É impossível que o ministro de Temer não tenha observado que desde então nada tenha sido feito;

Quando Michel Temer  passa a ser cobrado pela mentira de Alexandre de Moraes, eis que aparece um auxiliar direto do presidente e joga mais "excremento no ventilador". O secretário de Juventude, Bruno Júlio (PMDB), manda essa pérola numa entrevista: "Eu sou meio coxinha sobre isso. Sou filho de polícia. Tinha que matar mais. Tinha que fazer uma chacina por semana". A Secretaria de Juventude é subordinada à Secretaria de Governo da Presidência da República. Bruno Júlio foi nomeado para o cargo por Michel Temer em junho do ano passado. Ele se justifica alegando que os mortos são bandidos. Faltou alguém dizer a ele que cabe ao Estado garantir a segurança dos internos penais. No Brasil não existe pena de morte e os presidiários, por pior que sejam, são serem humanos e têm de ter suas vidas preservadas. Para piorar sua situação, Bruno Júlio declarou que falou "por brincadeira". Só que o assunto é muito sério, Bruno! O sistema carcerário brasileiro está mesmo um caos, e o Governo precisa levá-lo a sério. E tudo começa na Educação dos jovens de agora para que cheguem à idade adulta com outra mentalidade. Disse Darcy Ribeiro em 1982: "Se os governadores não construírem escolas, em 20 anos faltará dinheiro para construir presídios".

6 de janeiro de 2017

Até quando vai prevalecer o poderio político do senador Renan Calheiros?

Não dá para se imaginar que Renan Calheiros (PMDB-AL) tenha seu nome sendo cogitado para exercer algum cargo na Mesa Diretora do Senado Federal. Ele tem mais de dez processos para responder no Supremo Tribunal Federal (STF) e, na maior cara-de-pau, pretende ser presidente da importante Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) daquela Casa Legislativa. Positivamente, não é uma escolha adequada para quem um dia teve que renunciar à Presidência do Senado para não ter seu mandato eletivo cassado por prática de malfeitos. Depois dos últimos casos em que esteve envolvido, ele quer continuar a dar ordens e definir em decisões. Com a maioria dos 81 senadores de que hoje aquela Casa dispõe, não estamos livres de ver as pretensões de Renan Calheiros se tornarem em realidade. E é na calada das madrugadas que eles tomam as mais estapafúrdias decisões;

Para perturbar ainda mais os homens de bem, a violência que anda à solta principalmente no Rio de Janeiro nos leva a indagar: por quê a cidade é tão bem policiada somente por ocasião de grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016? Por qual razão a Força Nacional de Segurança (FNS) e o Exército Brasileiro (EB) não atuam em conjunto com a Polícia Militar e a Polícia Civil em especial durante o período que vai da tradicional queima de fogos do tradicional réveillon até o Carnaval? O Governo do Estado e a Prefeitura do Rio bem que poderiam sempre pedir auxílio federal face ao grande fluxo de turistas naquele período, que geral grandes receitas para a cidade. Tudo isso seria altamente benéfico para a população local, que teria o direito de viver tranquilo, com direito a trabalhar em paz.

5 de janeiro de 2017

A calamidade financeira dos municípios do RJ é bem maior que a esperada

É com tristeza que vemos o que acontece com municípios principalmente da Baixada Fluminense. Quase todos os prefeitos que tomaram posse no último dia 1º estão decretando estado de calamidade financeira. Não custa lembrar que, queiram ou não os petistas, tudo é reflexo dos governos do PT, especialmente os de Lula, que incentivou e consumo com aquela ideia de que pobre poderia andar de avião, o que não era privilégio apenas das elites. Os pobres também deveriam adquirir bens, comprando casas, automóveis, televisores modernos etc. O resultado aí está, Quem acreditou nessa utopia tem tudo isso, mas não tem Saúde, Educação, Saneamento Básico e Segurança. Será que valeu a pena cair na conversa de Lula? Junte-se também a isso o fornecimento irregular de energia elétrica e água;

É certo que os prefeitos eleitos de Duque de Caxias, Mesquita, Nova Iguaçu, Nilópolis e São João de Meriti, na Baixada, e São Gonçalo, na Região Metropolitana, conheciam os problemas de suas cidades. Mas, é certo que não tinham acesso a todas as informações, principalmente os que eram de oposição aos prefeitos em execício. Quem buscava e conseguiu se eleger para dar continuidade ao ocupante do cargo não pode reclamar, pois participou da deterioração dos serviços que deveriam estar disponíveis para a população. O que não pode acontecer é daqui a quatro anos a população colocar esses prefeitos de volta, esquecendo das maldades que praticaram, dando a eles o poder. O alerta está sendo dado com bastante antecedência. Viverão tudo outra vez somente se quiseram.